18 de novembro de 2015

AGORA É OFICIAL: RIO GRANDE DO SUL VAI PRODUZIR A FOSFOETANOLAMINA PARA TRATAR O CÂNCER

O deputado estadual Marlon Santos (PDT), confirma que o governo do Rio Grande do Sul vai produzir a medicação Fosfoetanolamina Sintética.




Na última quarta-feira (11), por meio de um comunicado em vídeo, o deputado estadual do PDT gaúcho, Marlon Santos afirmou, que o estado do Rio Grande do Sul, irá fabricar garantindo a distribuição em alta escala da Fosfoetanolamina Sintética. O medicamento será produzido com exclusividade, pelo laboratório de química da USP, onde será firmado uma parceria, entre o governo gaúcho e o laboratório daUniversidade Estadual de São Paulo a (USP) de São Carlos - SP.

O acordo garantirá a produção do medicamento para inicio imediato, a partir do dia (18). No ato será protocolado o início das atividades com a assinatura do governador, José Ivo Sartori.
Por outro lado no estado governado por Geraldo Alckmin, as chances de o governo liberar a produção estão cada vez mais reduzidas. Um dos motivos apontados pelo governo, seria o baixo número de pesquisadores e profissionais especialistas na área. Por isso a produção e distribuição, anda cada vez mais lenta em São Paulo.
O governador paulista também é defensor ferrenho do tratamento convencional. O que só faz engrossar ainda mais a fila de pacientes, a espera de um tratamento. Há cerca de um mês atrás a pedido de Alckmin, o TJ de São Paulo, cassou as liminares que permitiam a produção e distribuição do medicamento, para pacientes diagnosticados com câncer. Mas os advogados de defesa das famílias, por meio de uma ação rápida conseguiram derrubar a liminar no STJ de Brasília.
Em contrapartida, na última quarta feira (11), mais uma vez a pedido do governador o TJ de São Paulo, cassou o efeito suspensivo e agora a liberação do medicamento, fica mais uma vez comprometida. Causando angustia e sofrimento para milhares de pacientes, os quais dependem do medicamento como tratamento alternativo.
Relatórios do Ministério da Saúde, apontam para mais de 5.000 pacientes a espera do medicamento. Destes, apenas 1200 recebem o medicamento com certa regularidade. A outra parte lota as filas de espera do SUS a espera de um tratamento. O problema já poderia ter sido resolvido se os governos liberassem o tratamento alternativo com a Fosfoetanolamina antes.
Agora a partir do dia, 18 de Novembro de 2015, a droga passará a ser produzida dentro do estado do Rio Grande do Sul. Onde parte da equipe que trabalha no laboratório de química da (USP), será remanejada para integrar os laboratórios de química nas Universidades gaúchas. O deputado Marlon Santos, pede o empenho de todos e espera que a  ANVISA, acelere o processo de pesquisas e conclua um parecer favorável ao uso da substância. Defensores da causa como a ''militante'', Gisele Santos, prometem redobrar seus esforços para o êxito. .

Créditos da postagem: Marcio Fauth  br.blastingnews

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